"O homem é fruto de suas escolhas", dizia Sartre.
"Toda escolha gera angústia [...] ao negar escolher, escolhe-se", afirmava Kierkegaard.
Fugir das escolhas da vida é impossível, caímos nelas a cada milésimo de segundo, em cada pensamento. Por meio delas ganhamos e perdemos, sentimos alegrias e tristezas, chegamos à conclusões ou perdemos a razão.
Contudo, vamos formando aquilo que somos e agregando o que é nosso, escolhendo o que acreditamos ser o melhor e forjando o que precisa ser concertado, reestruturado. Se não, cabe permanecer no erro, o vazio existencial terá seu 'pico', levando a vida à uma vida de vícios.
A angústia é capaz de amedrontar e impulsionar. Gera a ansiedade do novo que está por vir e do que podemos perder.
É arriscando que a vida ganha sentido, seja lá qual nome possua o sentido de sua vida.
Enquanto houver a possibilidade de ser e não-ser, o homem se angustiará e fugir disso será seu suplício, seu suicídio. Fugir da angústia gerada pelas possibilidades da vida pode ser uma escolha, que alcançará o início de um único ciclo vicioso: o desespero de ter de continuar fazendo escolhas, escolhas e mais escolhas. Escolher é o mesmo que respirar enquanto se vive; se a vida se enfraquecer, as escolhas permanecerão como que aparelhos respiratórios.
Vale a reflexão: Quais escolhas tenho tomado? Em quem elas têm me tornado? Será que vou ganhar escolhendo perder isso ou aquilo?
Escolhas rasas ou escolhas profundas, elas estão aqui, ali e lá. Aceite a possibilidades, opte por ser melhor!
Construa-se e reconstrua-se, sempre.

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