Claramente isso não resume a imensidão da Filosofia desse grande pensador, mas revela uma preciosidade: o autoconhecimento, a busca da verdade, deve começar dentro e não fora.
No mais íntimo do homem está a grandeza do saber, a semente da Verdade. Encontrando-á, será necessário cuidar da germinação, do crescimento com muito cuidado para colher bons frutos.
Nos dias presentes foi perdida essa estratégia do cuidado de si, influenciando (lógico) tragicamente no cuidado com o outro. Os valores mudaram, o "eu" pessoal só se completa com os "eles" materiais e supérfluos; relações objetais, sejam estas humanas ou relacionadas a coisas (celulares, roupas, DINHEIRO...); e sobre as relações humanas, que muitas vezes são coisificadas pelo esquecimento dos valores da dignidade humana em sua totalidade e merecimento.
Em dias que a mente e o coração "racionalizam" no chão, não há espaço para transcendência, quiçá para a autotranscendência que propõe o grande sábio.
Conheça-se como pessoa, entenda suas necessidades humanas, encontre-se em seus limites, medos e supere-os; faça as pazes consigo, valorize o seu "eu", a pessoa que você é!
Que tal se colocar na disposição de se encontrar antes de encontrar com os outros? Começar caminhar para dentro e depois para fora.
Faça seu caminho de volta: encontre-se, ame-se e valorize-se!

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